CANETA ORGÂNICA!

Autores

  • Laura Mendes Anunciação Colégio Batista de Guarulhos Autor
  • Gabriella Veloso Colégio Batista de Guarulhos Autor
  • Sara Scritori Tierling Chene Colégio Batista de Guarulhos Autor

Resumo

O trabalho apresentado pela professora Karina (matéria de Física) consiste em uma proposta sobre reciclagem, ou seja, os alunos deverão desenvolver algo feito inteiramente de produtos recicláveis, que possa ser utilizado tanto na despoluição do planeta quanto no uso diário da população.

Este projeto tem como finalidade incentivar novos cientistas a se descobrirem e surpreenderem tanto a si mesmos quanto a todos ao seu redor. Estudaremos tudo envolvendo Química, Biologia e Física, pois, para concluir este trabalho, é necessário um estudo avançado sobre vários tipos de materiais.

Diante dessa proposta, eu e o meu grupo, composto por três participantes — Gabriella Veloso, Sara e Laura —, tivemos a ideia de desenvolver algo orgânico e sustentável para uso cotidiano. Daí surgiu o produto chamado Caneta Orgânica. Esta caneta é totalmente feita de materiais orgânicos, nada de origem animal, podendo, assim, atingir tanto nosso público-alvo — veganos e vegetarianos — quanto qualquer um que se interesse por canetas.

Para termos essa ideia, vários outros projetos foram bolados, mas nenhum agradou à nossa equipe de professores, pois a falta de tempo e de materiais necessários deixaria nosso trabalho aquém das nossas expectativas. Graças à ajuda do professor de Química Antônio, do professor de Matemática Gustavo, da professora de Química Lilian e da criadora do trabalho, professora Karina, conseguimos pelo menos concluir a origem do produto que tanto desejamos criar.

Nossa ideia consiste em produzirmos uma caneta com suporte externo feito de caules de cana-de-açúcar e bambu. Sua tinta seria produzida a partir de corantes naturais extraídos de cascas de alimentos que normalmente são descartadas, como a casca da cebola roxa, do alho, entre outros. O local onde inserimos a tinta seria feito com algodão. A ponta, usada para escrever, seria a parte externa da continuação do caule utilizado no suporte, e a bolinha que libera a tinta seria feita com sementes de mamão. Como o cheiro de alguns desses alimentos não é muito agradável, essências e até mesmo ervas aromáticas seriam acrescentadas às composições das tintas.

A confecção seria mais aperfeiçoada com o início da produção, mas, até então, será necessário apenas modelar o suporte da caneta com facas e lixas até alcançar o formato desejado, inserir um tubo fino de algodão no interior do suporte e, para obter a tinta, utilizar uma panela com água e vinagre para extrair a cor dos alimentos, acrescentando as ervas ou essência durante o processo de fervura até que o cheiro esteja bem forte. Após isso, é só colocar o líquido no algodão com um funil e inserir a semente de mamão no bico da caneta, de forma que ela se mova, mas não saia do lugar. Desse modo, a caneta estará pronta para uso.

Esse seria um plano de modelo.

Nosso objetivo é poder recriar um tipo de caneta que sirva para todas as idades e, ao mesmo tempo, contribua para salvar o planeta do plástico e dos materiais tóxicos que compõem as canetas utilizadas atualmente. O ponto forte desta caneta é que, após o fim da tinta, ela pode ser utilizada como adubo, graças aos seus componentes naturais, sendo reaproveitada mesmo após o término de seu uso.

Downloads

Publicado

2025-08-06

Como Citar