ESTUDO DE CASO: DIFICULDADES VIVIDAS POR PESSOAS TRANSGENERO NO ATENDIMENTO AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NA CIDADE DE GUARULHOS
Resumo
De acordo com artigo apresentado pelo HuffPost Brasil, “O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBT no mundo.” É essa a amplitude da violência contra pessoas gays, lésbicas, travestis e transexuais no Brasil, de acordo com levantamentos de entidades. A questão de saúde e bem-estar de pessoas transgênero está, há muito tempo, em debate por intermédio de órgãos que defendem essas causas, assim como em órgãos legislativos.
Com a implementação do Processo Transexualizador do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2008 e a classificação da transexualidade como uma patologia pelo Manual de Diagnósticos em Saúde Mental (DSM), foram gerados diversos obstáculos ao acesso à saúde sem preconceitos para pessoas trans. Isso dificulta o acesso a tratamentos e a doenças que poderiam ser combatidas por intermédio da Atenção Primária à Saúde (APS), na coordenação do cuidado de pessoas transgênero.
