ANÁLISE DA VIDA DE UMA ESTRELA
Resumo
Ocorre a união de dois pequenos núcleos atômicos para a formação de um núcleo maior e instável. A fusão é mais fácil com núcleos pequenos, pois, uma vez que é necessário haver a colisão e a junção de dois núcleos, a repulsão entre as cargas positivas desses núcleos será menor.
Apenas pressões e temperaturas altíssimas conseguem fazer com que os elétrons se dispersem dos núcleos, facilitando a colisão.
O universo é composto por aproximadamente 73% de hidrogênio, 26% de hélio e 1% de outros elementos.
Para que ocorra o processo de fusão, é necessário superar a repulsão elétrica entre os dois núcleos.
Na formação do universo, foram produzidos o hidrogênio e parte do hélio. Posteriormente, formaram-se as primeiras estrelas.
Desde o momento em que uma nuvem de gás se condensa, inicia-se o processo de autogravitação. A gravidade comprime o gás em direção ao centro da futura estrela, obrigando-a a produzir energia, o que gera pressão suficiente para conter o colapso gravitacional.
O núcleo da estrela, que funciona como um gigantesco reator de fusão nuclear, processa a matéria do meio interestelar e sintetiza elementos químicos mais pesados.
A gravidade comprime a estrela até que ela esgote sua fonte de energia. As estrelas de pouca massa caminham para a morte resfriando-se lentamente, enquanto as de grande massa explodem de forma violenta, espalhando os elementos químicos que foram processados ao longo de sua vida.
