NARRATIVAS CRÍTICAS SOBRE O ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS PRAÇAS PÚBLICAS EM TORNO DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA MARIA ANGÉLICA SOAVE A PARTIR DE MICROEVIDÊNCIAS OBSERVADAS
Resumo
Este artigo apresenta uma análise crítica sobre o estado de conservação das praças públicas situadas no entorno da Escola Estadual Professora Maria Angélica Soave, localizada em Guarulhos, São Paulo. A investigação parte de três hipóteses centrais: (H1) o abandono decorre da baixa consciência ambiental da comunidade; (H2) a degradação resulta da ineficácia ou inexistência de políticas públicas; e (H3) o problema é causado pela combinação entre a ausência de educação ambiental e a omissão institucional.
Com base nessas hipóteses, foram construídas quatro narrativas críticas que articulam microevidências visuais com fundamentos legais, especialmente o Artigo 225 da Constituição Federal de 1988, a Lei Municipal nº 7.572/2017 (sobre resíduos sólidos) e a Lei nº 7.730/2019 (sobre infraestrutura urbana).
As análises indicam que o abandono das praças não constitui um fenômeno isolado, mas sim o resultado da omissão sistemática do Poder Público, da falência dos mecanismos de fiscalização e da negligência na aplicação das leis ambientais. Conclui-se que a restauração da legalidade e a responsabilização das autoridades são medidas urgentes para a recuperação das funções ecológica, social e educativa desses espaços urbanos.
